17 de janeiro de 2008

Promessas - De sempre

Não quero sua promessa de eternidade.
Ela não vale mais que meia dúzia de amores prometidos.
Desejo apenas o infinito que você não conhece,
aquela febre que não se cura
- e que lhe enlouqueça até o fim.

4 comentários:

Caio Lumazzini disse...

Febre sem cura dói.
O bom mesmo é a eternidade sem dor.

Luiza Callafange disse...

Que enloqueça a ambos, melhor assim dizendo!

Deise Daros disse...

Parabéns pelos textos e pelo blog!
Uma ótima semana pra você ...
Beijos

Mare Soares disse...

E que nos faça voar sem nem se quer sair do chão ^^