Saudade desse blog.
Aliás, apesar de ter perdido o meu blog de Jornalismo com todas as minhas matérias, lembrei desse daqui e resolvi reativar, afinal, agora é verão, mas a estação das flores sempre volta. E, apesar de ser tão forte e tão viva, segue o ciclo de ora colorir-se ora amarelar-se. É bem isso que acontece com a gente, não é mesmo?
Estamos de volta, de cara nova.
Estação das Flores
19 de janeiro de 2011
15 de janeiro de 2009
Tão raro
Paciência
Lenine e Dudu Falcão
(Áudio)
http://www.mp3tube.net/br/musics/Lenine-Paciencia/15446/
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não pára...
Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso, faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que é tempo que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo pra perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Lenine e Dudu Falcão
(Áudio)
http://www.mp3tube.net/br/musics/Lenine-Paciencia/15446/
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não pára...
Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso, faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que é tempo que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo pra perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
11 de março de 2008
Futuro de Presente
Sonhar é cada dia mais um exercício de esperança, com alto grau de dificuldade, da minha personalidade tão realista. Os sonhos vêm como bolhas de sabão geradas por uma criança em uma brincadeira com a vida, mesclando o criar e o desaparecer. Talvez a maturidade e os novos olhos de raposa tenham instigado o que imagino como horizonte próximo. Alguns muitos desejos provém de clichês (também tenho que me respeitar por isso), outros vêm da minha própria máquina de alta costura de fantasias. O sonho de um lugar que me destaque pela competência, do meu próprio lar, das alianças trocadas e dos herdeiros de serenidade são futuros de presente que eu almejo ganhar através do meu coração moralista, porém gigantesco e macio. Também escreverei um livro, mesmo que venha a ser careta o ato de ler nos tempos que estão por vir. Quero dormir na areia da praia, brincar de abrir conchinhas e sair por aí com uma flor colorida nos meus longos e negros cabelos todos os dias. No meu lar não haverá música alta, apenas músicas que representem o meu estado de espírito, sempre respeitando a minha impaciência em perder o controle por conta de decibéis de textos imóveis, enquanto o que eu terei para falar de hoje em diante se torna cada vez mais mutável e leve. Quero uma parede toda branca no meu quarto para preenchê-la de tinta preta os meus próprios versos inacabados. Se o acaso fizer de mim alguém só, criarei a Neca, meu mascote que surgiu de um outro sonho maluco. Não deixarei de dançar o som dos meus desejos responsáveis e pelo menos cantarolar os não tão responsáveis assim. Os meus olhos de raposa podem até continuar oblíquos e dissimulados, mas a minha essência será preservada por mim e pela brisa que sopra o meu corpo para seguir como a menina que fui e que serei, fazendo bolas de sabão e renascendo para voar e transferir o maior amor do mundo.
17 de janeiro de 2008
Promessas - De sempre
Não quero sua promessa de eternidade.
Ela não vale mais que meia dúzia de amores prometidos.
Desejo apenas o infinito que você não conhece,
aquela febre que não se cura
- e que lhe enlouqueça até o fim.
Ela não vale mais que meia dúzia de amores prometidos.
Desejo apenas o infinito que você não conhece,
aquela febre que não se cura
- e que lhe enlouqueça até o fim.
15 de janeiro de 2008
Em Pausa
Eu quero ficar perto do teu lado deserto/ Saber se há amor ou conspiração/ Eu quero bem de perto ter o teu lado aberto/ Encher o nosso frasco com nova fração/ Não quero ser discreta/ Mais um pouco alerta/ Para os sinais coloridos da tua visão/ Se for de Deus eu creio não ter sinal vermelho/ Que bloqueie até o fim o teu corpo são/ A minha mente gira rápida como a lira/ Que corre apressada demarcando o chão/ O teu lado é escondido, manchado e perdido/ Mas faz vibrar as cordas do meu violão/ Não sei se é correto pedir o céu aberto para ver as estrelas daqui desse colchão/ O teu copo é meio cheio/ Rachado bem no meio/ Marca d'água sem receio quase feita à mão/Só peço a quem não veio, ao menos mais conflito para instigar um pouco o teu coração/ O amor escorre aos litros/ Durante o teu cochilo/ Derramo água em forma de declaração/ Agora eu me despeço/ Despedaçando os versos/ Que o meu travesseiro absorveu dessa canção.
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